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Nem a magia escapa da pirataria

 

 

Que fã que se preze não quer ter em mãos o livro que revela o fim das aventuras de Harry Potter?

Sucesso no mundo todo, a saga foi traduzida em 64 idiomas e já é um dos maiores sucessos editoriais da história. Aqui no Brasil, as livrarias Saraiva, Siciliano e Cultura, venderam mais de 17,2 mil exemplares, só nos três primeiros dias de comercialização. A editora britânica Bloomsbury, que publica os livros de Rowling, anunciou no dia vinte e três de setembro que Relíquias da Morte vendeu 2,65 milhões de cópias no Reino Unido nas primeiras 24 horas. Esse volume de vendas torna Harry Potter e as Relíquias da Morte a obra com a maior velocidade de vendas da história.

Mas como nada nem nínguem escapa da pirataria, quatro dias antes do lançamento do livro, ele já estava nas redes P2P (Peer-to-Peer) do mundo inteiro. O mais lamentável de tudo é que a editora britânica Bloomsbury, afirmou ter investido mais de 10 milhões de libras para evitar vazamentos do livro. O site brasileiro de fãs das histórias de Harry Potter disponibilizou capítulos inteiros em português, não é necessário nem baixar o livro, pois os capítulos estão direto nas páginas do site.

Um verdadeiro fã de Harry Potter jamais iria se contentar em ler o tão esperado livro na internet. Fora que são centenas de página, só um idiota mesmo faria isso. Fã que é fã exibe seus livros originais com orgulho, não baixa da internet.

E mais uma vez se comprova que não dá para fugir da pirataria...

 

 

 

Denuncie a Pirataria! Ligue: 0800-11-5751

 



Escrito por Mônica Casanova às 10h07
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Pirataria traz prejuízos para locadoras

Todos já sabemos que a pirataria prejudica, e muito, o mercado formal e principalmente o país. E para provar que isso é verdade, no Rio de Janeiro várias vídeos-locadora estão demitindo mais de 30% de seus empregados e as que estão em pior situação estão até falindo.

 

Wilson Fernandes de Moura, bacharel em direito e membro da polícia Civil, disse que graças a falta de combate à pirataria é que faz com que ele se prolifere cada dia mais, “Há uma grande rede de falsificação e distribuição de filmes espalhada pelo País. Hoje a venda deste DVD`s gravados chega a dar mais lucro que o trafico de drogas, pois não enfrenta combate efetivo” disse Moura.

 

Um dos filmes que estão fazendo as locadoras amargarem grandes prejuízos é o filme “Tropa de Elite”. Este filme, que era bastante aguardado, possuí uma cópia que possivelmente vazou de dentro do set de filmagem e pode ser comprado, via comércio ilegal, por apenas R$ 6,00 dependendo da localidade por até menos, mas mesmo assim continua trazendo danos monetários as vídeos-locadora.



Escrito por Luigi Civalli às 22h53
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Hipocrisia moderna

 

Reprodução de uma conversa com um casal da moderna classe média:

 

“- Humm...ficou ótima a nova sala de vocês!”, comento.

 

A mulher me olha lisonjeada.

 

“- Sabe com é... fomos promovidos e agora refinamos nosso gosto. Só compramos objetos de qualidade. Nada daquelas porcarias que tínhamos”.

 

Ela abre a gaveta da estante para me mostrar a quantidade de CD´s e DVD´s, como símbolo da melhora intelectual. Passo o dedo e logo constato: são piratas, as embalagens são diferentes.

 

Vamos aos quartos. Grandes e aconchegantes. TV´s de plasma se espalham por cada dormitório. Todas são resultado de um longo debate de pechincha entre os pais e os coreanos, donos da loja de eletrônicos da Rua Santa Efigênia, como soube mais tarde pela filha deles.

 

No banheiro, cremes e perfumes de marcas importadas. Dessa vez, a própria mulher é que me segreda entre um Dior numa mão e um Chanel em outra. “Comprei na 25 ( de Março). Não tinha dinheiro. Ainda estamos pagando as prestações das TV´s”. Tanto a filha quanto a mãe têm os armários abarrotados de produtos ilegais. Faço a chamada e estão todas presentes: Nike, Adidas, Rebook.

 

É em meio a esse cenário que se passa o noticiário que comenta a antecipação da estréia do filme “Tropa de Elite” por causa da venda pirata dos DVD´s. E é neste mesmo apartamento que se ouve: “O comércio negro não vai acabar nunca. Os brasileiros não têm educação suficiente. Falta conscientização. Você não acha?”.

 

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Escrito por Marília Tiveron às 22h32
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O melhor é refletir sobre o assunto

 

Quando criamos este blog tínhamos o objetivo de tentar esclarecer, de uma vez por todas, se a pirataria pode ser vista simplesmente como uma prática ilegal e, portanto, prejudicial ao país ou se o lado de quem a pratica também deve ser levado em conta, afinal, nem todos, mas a maioria dos indivíduos que atuam no mercado pirata talvez só o faça para conseguir sobreviver.

 

O fato é que, para alcançar tal objetivo, precisamos apurar e tentar entender os “dois lados da moeda”. E, acreditem, fazendo isso, as dúvidas tendem a aumentar. Para mim fica claro que não se pode julgar ninguém que vende produtos piratas em um país onde, para a grande maioria das pessoas, não há nenhum tipo de oportunidade, nenhuma porta aberta. Acho sim que antes de tentar resolver o problema da pirataria, o governo deveria preocupar-se em resolver o problema, ou melhor, os problemas que assistimos na educação.

 

Independente disso, ficam aqui alguns números que chamam atenção: Segundo o Ministério da Justiça, por causa da pirataria o Brasil deixa de criar dois milhões de empregos formais por ano. E mais: 30 bilhões de reais por ano deixam de ser arrecadados em impostos em razão dessa prática. São, sem dúvida, dados relevantes e que nos levam a concluir que a pirataria realmente prejudica a economia do país. E, por fim, mais uma frase para ser pensada: “Esse mercado pirata trabalha, por exemplo, com brinquedos feitos com substâncias cancerígenas. Esse mercado pirata trabalha com peças falsificadas de automóveis, de ônibus. Há vários acidentes que foram causados por essas mesmas peças. Então é o barato que sai caro”, diz o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz.

 



Escrito por Paula Renata Caetano Alves às 18h02
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Vereador implanta Disque-Pirataria no Rio de Janeiro

A pirataria, como todos nós já sabemos e vale a pena ressaltar, é crime.  E como todo crime ele deve ser denunciado.  Essa foi a idéia que teve o vereador Dr. Nelson Ferreira para o Estado do Rio de Janeiro.

Agora a partir do momento em que o cidadão se sentir lesado pela compra de produtos que sejam falsificados ele poderá ligar para o Disque-Pirataria. O número do telefone é (21) 3814-2157, através desse número o cidadão conseguirá denunciar pontos onde estejam sendo vendidos produtos falsificados como: CD`s, DVD`s, sapatos e até remédios e tudo isso sem a pessoa ter que se identificar.

“No final quem acaba levando gato por lebre é o consumidor” disse o vereador afirmando que sua proposta foi em defesa da população que em ultima analise é que acaba sendo prejudicado.

A proposta do Disque-Pirataria feita pelo vereador teve maior repercussão após o episódio do filme “Tropa de Elite”, onde muitas pessoas já haviam assistido ao filme mesmo antes de ser lançado no cinema.  

O parlamentar ainda disse que além do funcionamento do Disque-Pirataria, que funcionará das 9h às 17h, organizará blitz para tentar abolir este tipo de crime do Rio de Janeiro.

 



Escrito por Luigi Civalli às 16h04
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